Não, não voltei a desaparecer. Só não me apetece trazer para aqui a tempestade que me tem estado ultimamente nos dedos. Os ventos são fortes e misturam os humores, as disposições e os estados de espíritos. Tenho de deixar esses ventos assentar um pouco ao sol. O sol que me queima a pele e me deixa um forte contraste nas linhas do bikini que me ficam marcadas no corpo.
Também marcadas no corpo estão outras marcas, e todas as outras coisas que me fazem continuar a esforçar-me por erguer o corta-vento para tentar manter-me o mais próximo do sol possível.
Preciso de luz. Por mais que pequenina que seja, por mais longe que brilhe, nunca senti tanto a falta de uma luz lá ao fundo.
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